Sunday, August 19, 2012
Saturday, August 18, 2012
Sunday, August 12, 2012
Buffett wisdom
“There comes a time when you ought to start doing what you want. Take a job that you love. You will jump out of bed in the morning. I think you are out of your mind if you keep taking jobs that you don't like because you think it will look good on your resume. Isn't that a little like saving up sex for your old age?”
“Should you find yourself in a chronically leaking boat,
energy devoted to changing vessels is likely to be more productive than energy
devoted to patching leaks.”
“No matter how great the talent or efforts, some things just
take time. You can't produce a baby in one month by getting nine women
pregnant.”
“Life is like a snowball. The important thing is finding wet
snow and a really long hill. ”
“It's nice to have a lot of money, but you know, you don't
want to keep it around forever. I prefer buying things. Otherwise, it's a
little like saving sex for your old age.”
“You know ... you keep doing the same things and you keep getting the same result over and over again.”
“Never ask a barber if you need a haircut.”
hindsight
distance is a variable that tends to move along 2 axis: time and space. as we move along any of them them, thus getting further away from events and people, things start becoming clearer.
time takes away the contingencies that make an experience subjectively harder or better, turning it into (more objective) facts. it is only in time that I can regret what ever I did or did not do (mostly the former), understand the true motives behind decisions and learn from my most unfortunate judgment calls - only to try again.
physical distance can provide one of two things - it can either make things quickly fade away from easily accessible memory, or highlight who and what is important in full color. regardless of where I might be at a given moment - that tends to be the best sanity check, pointing to where home is.
[all in all, whenever I'm questioning whether I'm doing things for myself, and/or if I'm not missing home whenever I'm away from it, it's never a bad idea to take a step back and have an honest talk with myself.]
Wednesday, July 11, 2012
Wednesday, July 4, 2012
Risk-taking
When people look back, they always regret not having taken on more risk, not less.
(Richard Gnodde)
Friday, June 29, 2012
Thursday, June 28, 2012
it was the best of times, it was the worst of times...
...dizia Charles Dickens, num livro (mais um) na minha lista de não-lidos.
como tudo, todos os sonhos têm dois lados da moeda. começam invariavelmente com a perseguição, a frustração no tropeçar em falso das pedras da calçada. muitos ficam por aí, outros seguem o seu caminho até ao rasgar da invariável fita no atingir do horizonte durante tanto tempo distante.
a chegada é sempre um misto de realização, tristeza, felicidade e medo. um conjunto de pessoas, de coisas, que correspondem à imagem durante tanto tempo difusa, de tão clara. pessoas que marcam momentos fúteis, abraçam tristezas e elogiam sorrisos. [pessoas que ficam - na partida.]
aí reside, contudo, a dualidade do sonho. é sempre tarde, e falta sempre o novo caminho que possa popular um horizonte mais longínquo, que nos faça seguir caminho, continuar a lutar contra os estigmas que refrearam a passagem por estradas mais ou menos enlameadas, muitas vezes percorridas no silêncio ensurdecedor que só a solidão sabe proporcionar.
talvez por isso saiba sempre tão bem voltar a casa, rever o conforto de abraçar a guitarra no escuro
[onde ninguém ouve].
Thursday, June 14, 2012
Wednesday, June 13, 2012
Monday, June 11, 2012
Sunday, June 10, 2012
Friday, June 8, 2012
correcção
Não tenho sequer tempo para levantar os olhos da estrada de
papel. Os corpos das letras espalham-se em sangue negro alinhado nas veias
vulgares do asfalto. No meio olhar de luz intensa, o choque brutal conta a
minha testa imensa de ideias. O vidro frontal estilhaça-se nos cortes do ferro
que entra sem resistência da água mole da minha carne.
Sonho o impacto e levanto-me nos gestos do sono. Estou
imóvel no chão que sinto a rir por baixo de mim. A rua de gritos das velhas
lamenta-se infinita pronta a engolir-me. Era tão jovem. Que desgraça, nosso
senhor. Ninguém merece acabar assim. Adivinho o cerco que se abate sobre mim.
Adivinho o impacto quando abro o frigorífico em cima, retiro a manteiga e a
esfrego morta num pedaço duro de pão
Em baixo, metros à frente uma pena de pombo erecta e heróica
no meio exacto da morte sem identidade. À distância da garra um gatinho aos
pulos de sangue final. E eu igual a todos. Sepultada fora da terra, no olhar
disco cheio de prata dos gritos das velhas.
Em cima, hoje olho duas vezes pela janela. Desço os três
andares em nódoa de café com leite e pão duro atravessado na garganta. Os
miúdos novos colados na esquina gulosos da idade. Olho para eles sem sorrir de
volta.
Na rua corrijo o meu primeiro passo na onda suja da calçada.
O destino passa em rente de pássaro ladrão pela minha cabeça. Adio o adeus para
te encontrar na volta da casa à minha espera sem saberes porquê ou até quando.
(by Fernando Ribeiro)
Thursday, June 7, 2012
careful what you wish for
Sunday, June 3, 2012
Thursday, May 31, 2012
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